• No mesmo dia em que se anunciavam os últimos números do desemprego – importa dizer que mais de um milhão de portugueses estão sem trabalho apesar de estarem em idade activa – a CGTP anunciava mais uma Greve Geral […]

  • …no tempo de uma vida

    O meu pai nasceu no rescaldo da 1ª Guerra Mundial. Em Cabo Verde, a fome era realidade quotidiana fintada com a imaginação possível de do nada fazer uma refeição. Estávamos em 1922. Foi […]

  • marufe wrote a new post, Mentalidade recessiva, on the site formigrafias 7 months ago

     

    Já não há mais nada a dizer sobre a crise da dívida soberana, a troika e as formas como a União Europeia e o nosso executivo estão a resolver o problema. Já tudo foi dito. Já todas as opiniões e pontos de […]

  • marufe wrote a new blog post: Jardim murchou 8 months ago

    Estava preparadíssimo para escrever sobre a dívida escondida da Madeira quando leio a crónica de Rui Tavares no Público. Pronto! Está lá quase tudo o que eu ia dizer. Excepto uma coisa e talvez realçar outra. Comecemos pelo que falta realçar. O Presidente da República e a PGR sabiam da história e nada fizeram. Como? [...]

  • O texto de António Ribeiro Ferreira no jornal I, intitulado “Partir a Espinha aos sindicatos” gerou larga controvérsia na rede. Ribeiro Ferreira repescou uma expressão de Maldonado Gonelha, á época da discussão sobre a unicidade sindical, para mandar mais umas farpas aos seus inimigos de estimação. Para lá da completa idiotice do texto, mesmo do [...]

  • A situação em que vivemos é curiosa. Repare-se: em 2008, por causa dos mercados financeiros, banca e afins, entrámos em crise. Houve mesmo quem declarasse bancarrota e outros deixaram que viesse à tona a insustentável situação dos défices públicos e dívidas soberanas. Ao contrário do que se esforçaram por fazer crer, a responsabilidade não era [...]

  • A Islândia é uma caso de estudo. São só 320 mil pessoas num estado demasiado frio e próximo do Ártico. Antes da década de 90, para lá da Bjork, a economia tinha nas pescas o seu ponto forte. Depois, durante e após a década de 90, inspirados por Margaret Thatcher e Reagan, os três principais [...]

  • Nova versão, revista e, espero, melhorada, do conto da Joaninha e da Abelha. Os contos podem ser como as canções e ter novas versões A importância das histórias infantis é incomensurável. Delas dependerá o gosto pela leitura e a criação de imaginários. Nós precisamos de histórias. Não sei se esta é boa. Deixem os vossos filhos ou [...]

  • Escrever histórias para crianças é tarefa difícil. Se nos tentarmos colocar no lugar deles, a coisa fica idiota, porque achamos sempre que eles sabem menos do que na verdade sabem e entendem menos do que na verdade entendem. O grande desafio é a simplicidade, que não é a mesma coisa de facilidade. Ser simples, é difícil. [...]

  • A importância das histórias infantis é incomensurável. Delas dependerá o gosto pela leitura e a criação de imaginários. Nós precisamos de histórias. Não sei se esta é boa. Deixem os vossos filhos ou sobrinhos ajuizar por si. Mário Rui de Melo   A joaninha e a abelha   A joaninha voou por cima da abelha e pousou na [...]

  • A partir de que momento nos EUA, Canadá e Europa – as zonas do mundo onde se conheceu maior crescimento de nível de vida, segurança e diminuição de desigualdades, após a 2ª Guerra, sem paralelo na história – se iniciou a desconfiança no Estado e no seu poder regulador? Não há uma fronteira bem definida. [...]

  • Aos contos deste canto das cigarras interessam-lhe sobretudo as vidas banais expostas a acontecimentos banais. Nem personagens extraordinárias sujeitas a acontecimentos extraordinários, nem personagens vulgares colocadas perante invulgares situações que exijam acções extremas. Nada disso. Interessa-nos a vida na sua simplicidade. Não nos…[Read more]

  • A entrevista do prof. de Economia Internacional Paul De Grauwe ao Público é reveladora. Já não é a primeira vez que um especialista internacional diz estas coisas e o que impressiona verdadeiramente é continuarmos a ouvir os clichés dos comentadores encartados na nossa televisão e o facto de os governos portugueses se colocarem de cócoras [...]

  • marufe wrote a new blog post: Um manifesto pessoal 10 months ago

    Se os povos se conformassem com o seu destino ainda hoje estaríamos no regime feudal. Se a resignação fosse factor de progresso ainda a escravatura seria coisa normal e aceite. Se os trabalhadores aceitassem como fatalidades horários de trabalho de sol a sol, inexistência de direitos, salários insuficientes para manter uma vida digna, ainda hoje [...]

  • A propósito das novas regras de indumentária para os alunos, professores e funcionários da Universidade Católica, António Marujo do Público faz um comentário de que não resistimos a transcrever um excerto porque acerta no ponto certo, para lá de questionar se “o gosto pessoal dita a regra do alheio, quem diz o que é impróprio?” [...]

  • O problema do discurso político é que não basta ser verdadeiro, eticamente inatacável, moralmente irrepreensível e ter conteúdo programático. É preciso que as pessoas acreditem nele e sintam que existe ali a solução para os seus problemas mais concretos. E mais: que acreditem no seu portador. Ou seja, eu posso dizer que tenho de tomar [...]

  • O nosso Presidente da República é um exemplo de coerência, clareza e honestidades políticas. Só fervores clubistas sectários ainda não viram isso. Aqui há dois meses, ou mês e meio, disse textualmente que “não vale a pena recriminar as agências de rating, temos é de trabalhar para não termos dívidas”. Se não é textual é [...]

  • As agências de notação financeira estão como os carteiros: só trazem contas para pagar e más notícias. As boas notícias, por norma, são dadas por telefone. As más vêm por correio.  Como isto agora é assim, já estamos a voltar aos velhos tempos em que se matava o mensageiro. Eis porque se multiplicaram as vozes [...]

  •   “No conto tudo precisa ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida. [...]

  • De vez em quando temos de admitir que erramos.  Passos Coelho está a apostar nisso. No nosso erro. Dizíamos nós que não havia condições para mobilizar as pessoas para o protesto, porque estas acreditavam na barragem informativa que lhes dizia ser o programa da troika a única saída para a crise instalada, pelo que os [...]

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